Neste meu ventre já enternecido,
Quedam leves sopros e gemidos
Da brisa, cujas folhas se consomem
Por rastros demarcados de um homem.
Leitosamente, deita a luz macia.
Preguiçosa, esparrama-se num dia.
E eu me perco, luzindo de saudade,
Das raízes aos favos da verdade.
Canta e dorme, pois que já é tarde!
Dos males o pranto ainda arde.
Traz-me miúdas contas de quimeras.
Eu, silêncio dorido de esperas.
Eu, silêncio dorido de esperas.
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