Nos vastos sonhos da morte ela
foi criada.
Do abismo negro, despontou
embevecida.
Sob as pétalas do gerânio
inoculada.
Com o sopro do ardor mais antigo
traduzida.
Tearam sob a pele tramas dissidentes.
Querelas torpes, circunstâncias malvedias,
Tropeços, tal enganos de emoções
torrentes!
Profusos dissabores negam
cortesias.
Na insígnia sagrada imprimais o
juramento.
O lume comungais a repelir o
biltre.
Não basta a vós da fé – qual
viga por sustento –
Bradar sufrágio equívoco de bom
alvitre.
Da dor, cuidai, seara de todo o
tormento,
Banir o embuste. Impedíeis que o
vil infiltre!
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